Perigosa... em todos os sentidos!

 

Uma fanfic Mitsucho




     Chocho não era o tipo de garota Que a maioria dos garotos consideraria atraente. Para falar a verdade, ela se destacava entre tantas garotas padrão com cor de pele clara e aparência de patricinhas. Sua beleza era exótica, sua cor de pele ía além do bronzeado, sua cor de cabelo mesclava com os tons ruivo e acastanhado, mas o que mais me chamava atenção eram seus olhos tão parecidos com os meus. A diferença entre os dois é que meus olhos âmbar eram mais puxados para o amarelo, enquanto os dela eram mais puxados para o castanho.

Não posso dizer que me enfeiticei ou me apaixonei por ela assim que a vi, pois, por mais que a aparência de Chocho fosse diferente das de outras garotas, seu jeito de outrora era exatamente como da maioria delas e da maioria das garotas de sua idade; praticamente os mesmos gostos para ídolos, músicas, vestimentas e... garotos. Enfim, ela era como todas as pré-adolescentes, e posteriormente adolescentes, que eu já havia conhecido.

Mas... algo mudou.

Ainda estávamos na adolescência, mas, dessa vez, em uma fase pré-adulta, quando os hormônios parecem estar ainda mais descontrolados que antes. Eu era indiferente a quase tudo, exceto a minha grande amizade com Boruto e os outros, até a senhorita Akimichi começar a mexer com meus pensamentos, e outras coisas mais...

Nós dois havíamos nos tornado próximos — não amigos! — e Chocho parecia gostar de mim, assim como eu me divertia algumas vezes com certas loucuras que ela fazia. Mas parece que uma amizade forte entre nós dois nunca poderia ocorrer, não só pelo fato de não termos muita intimidade quando mais novos, mas porque a jovem e crescida Chocho não parava de me atiçar, nem por um momento.

Qualquer um poderia argumentar que eu sou um cara frio e desprovido de sentimentos muito fortes, quase como um robô. Mas a verdade é que Chocho Akimichi me tira do sério a cada instante, não só por seu corpo agora escultural, agora sem nenhuma gordura saliente de outrora, como também com seu recente jeito de femme fatale. Não sei quem, ou o que, a fez sentir-se tão confiante e sensual, mas amaldiçoo a todo momento essa pessoa ou acaso por me fazer passar madrugadas inteiras sem dormir e quase morrer de prazer por uma garota que eu não poderia ter e tocar.

Seu rosto gordinho foi substituído por um mais afilado que continha o sorriso e o olhar mais provocantes que já vi, sua cintura um pouco reta e cheinha havia sido substituída por uma cintura delgada como uma ampulheta, suas pernas gordinhas haviam sido substituídas por coxas grossas e torneadas. Mas a bunda e os seios... esses eram os que mais me faziam perder o sono.

Chocho sempre fora a mais cheinha das meninas e a que mais tinha o corpo evoluído. Não que eu tivesse reparado antes, mas seus pequenos seios sempre pareceram ser maiores do que os das outras meninas de sua idade, mas as nádegas não eram grandes coisas. O tempo foi tão bom para ela que sua linda parte traseira havia evoluído para algo tão delicioso de se ver e apreciar que, quando eu percebia, deixava a mente vagar para pensamentos nem um pouco puros.

Não sou nenhum estuprador, mas a cada instante me dava vontade e desejo de tomá-la para mim o dia inteiro e a noite inteira a cada vez que ela rebolava e mexia de forma ainda mais saliente aqueles quadris espetaculares só para me provocar. E ela sabe disso, a safada. Já perdi as contas de quantas vezes ela intensificava ainda mais sua sensualidade natural sempre quando me via a encarando, muitas vezes sem nem piscar.

Ela sempre soube do meu desejo secreto de se quando comecei a despertá-lo pouco a pouco em meu interior, e por conta disso, juntava-se com Sarada para rir às minhas custas.

Mas se ela soubesse no que está se metendo...

Falo sério quando digo que não sou um abusador, mas a vontade de tê-la abaixo de mim, gritando o meu nome como uma louca e com aquela bunda gostosa empinada enquanto eu arremetesse com força segundo após segundo, com uma mão puxando seus cabelos sedosos e com a outra deixando avermelhada aquela morena e suada... Inferno, só de imaginar me deixa duro como aço.

Ou, por exemplo, prendê-la contra a parede de algum lugar — quarto ou o que seja — e cravar bem fundo para frente e para cima, ouvindo-a gemer e soluçar palavras incoerentes enquanto permaneço com a respiração pesada em seu pescoço.

Melhor ainda, tê-la novamente abaixo de mim, mas com as pernas bem abertas, deixando mais do que evidente seu sexo macio e molhado sendo invadido com fúria por mim. As mãos dela estendidas até a cabeceira de cama, as unhas encravadas nos travesseiros e nos lençóis enquanto fizesse os vizinhos ficarem acordados e espantados por conta de seus gritos de prazer. Eu até mesmo poderia puxar suas pernas e colocá-las sobre meus ombros para dar ainda mais intensidade...

A verdade é que eu me apaixonei por essa desgraçada que persiste em fazer de tudo para poder me provocar, e desconfio que ela tenha alguma ideia da profundidade dos meus sentimentos, por isso faz o que faz. O tempo passou, já estamos na faixa dos vinte anos e ainda hoje não toquei num fio sequer do cabelo dela, pois quero dar tempo até ela parar com o joguinho de sedução e queira se entregar logo para mim. Pareço paciente? Acredite, nunca estive tão perto de explodir e acabar fazendo uma besteira.

Sei que, falando desse jeito, pareço um maníaco, mas a pessoa realmente perigosa aqui se chama Chocho Akimichi. E eu adoro um perigo...


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